Os 8 carros clássicos brasileiros mais icônicos de todos os tempos

O mercado automobilístico já lançou uma série de carros que marcam até hoje. Confira agora os 8 carros clássicos brasileiros mais icônicos de todos os tempos.

11/08/2017

Ao longo da história, o mercado automobilístico nacional emplacou uma série de carros clássicos brasileiros que até hoje são cultuados e contam com enormes fã-clubes, mantidos por eternos saudosistas apaixonados. Abaixo, reunimos alguns dos modelos mais icônicos de todos os tempos, para você recordar os bons tempos com a gente.

 

1. Volkswagen Fusca

Período de produção: 1936 a 2003.

Produzido para repovoar as estradas alemãs após a Primeira Guerra Mundial, o Fusca tinha o intuito de ser barato, de fácil manutenção e baixo consumo de combustível. No Brasil, o sucesso do Fusca foi tão grande que o carro chegou a representar 70% da frota nacional na década de 1970.

 

2. VW Kombi

Período de produção: 1957 a 2013.

Lançada com o nome de Kombinationsfahrzeug, a Kombi tinha uma missão bastante parecida com a do seu irmão menor, o Fusca, oferecendo uma opção simples e barata para o transporte de cargas e para o lazer. Ícone da cultura alternativa e precursora da história das exportações da VW do Brasil, a Kombi se destacava pela mecânica simples e barata, o preço baixo e a robustez.

 

3. VW Gol GTI

Período de produção: 1988 a 2000.

Além de ter motor 2.0 de 120 cv, o Gol GTi inaugurou a era da injeção eletrônica no Brasil, tornando obsoleta a tarefa de ligar o carro e esperar o motor aquecer. No primeiro ano de vendas, o carro era exclusivo a 2 mil unidades, na cor Azul Mônaco e ia de 0-100 km/h em 9,5 segundos, marca que até hoje é impressionante.

 

4. Ford Maverick

Período de produção: 1973 a 1979.

Acelerar um Maverick hoje em dia, quase 45 anos depois do seu lançamento, ainda parece coisa de cinema. Vendido como um carro que reunia esportividade e requinte, o carro fez sucesso como jovem e ágil, marcando diversas produções cinematográficas. O surgimento do Corcel II e a queda nas vendas, no entanto, encurtaram a vida desse esportivo, que vendeu cerca de 108 mil exemplares no Brasil.

 

5. Ford Escort Xr3

Período de produção: 1983 a 1996.

Primeiro carro mundial da Ford, o Escort surgiu na Europa em 1968 e se tornou um grande sucesso de vendas até 1996, quando passou a se chamar “Racer”. O visual diferenciado do Experimental Research 3 trazia rodas de liga-leve de 14”, aerofólio traseiro, faróis de milha e de neblina, teto solar, lavadores de faróis, bancos e volantes esportivos.

 

6. Chevrolet Opala

Período de produção: 1968 a 1992.

Com nome oriundo da fusão entre dois produtos da GM, o Opel e o Impala, o Opala teve diversas versões em terras brasileiras, totalizando quase um milhão de unidades vendidas ao longo de sua trajetória. Lançado com uma grade imponente de linhas horizontais cromadas e com faróis circulares embutidos, o Opala ainda se destacava pelas calotas cromadas e as curvas nas laterais e parte traseira.

 

7. Chevrolet Chevette

Período de produção: 1973 a 1993.

Com média de 73 mil veículos vendidos por ano, o Chevette tinha linhas modernas com motor de 1,4 litro e 68 cv, comando de válvulas no cabeçote e inovadores itens de segurança, como pisca-alerta e coluna de direção não-penetrante.

 

8. Chevrolet Kadett Gsi

Período de produção: 1989 a 1998.

Embora fosse conhecido pelos brasileiros como Chevrolet Chevette desde 1973, o Opel Kadett só foi reconhecido pela denominação original nos idos de 1989, destacando-se pelo curto período de nove anos de sucesso. As inovações trazidas pelo Kadett incluíam vidros do para-brisa, câmbio automático, ar-condicionado e a direção hidráulica. Produzido até setembro de 1998, o Kadett rendeu 394.068 unidades, sendo reconhecido como um carro resistente ao uso prolongado.

 

Ao longo da história, o país teve uma série de carros clássicos brasileiros que se destacaram e colecionaram uma legião de apaixonados. Aproveita que chegou até aqui e conta pra gente nos comentários qual é o seu favorito ou se algum deles ficou de fora da lista.

Até mais!

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